Na linha de microscopia dedicada da Agilent BioTek, o nome Lionheart é sinônimo de imagens com qualidade de publicação e automação total. Contudo, uma dúvida comum entre pesquisadores é: qual a diferença real entre o modelo FX e o LX? A Biosystems, parceira da ciência desde 1990, preparou este guia para mostrar que a resposta não está na óptica, mas no controle ambiental necessário para as suas amostras.
1. Lionheart FX: A Estação Total para Células Vivas
O Lionheart FX foi desenhado para ser muito mais do que um microscópio; ele é uma incubadora automatizada com olhos de alta resolução. É o sistema ideal para quem realiza cinéticas longas e não pode permitir variações fisiológicas na amostra.
- Controle Ambiental Estrito: Possui uma câmara de isolamento térmico que permite o controle de CO2, O2 e umidade. Saiba como este controle de gases é vital para a integridade biológica.
- Design "Darkroom": O FX é um sistema fechado, eliminando a necessidade de uma sala escura no laboratório para capturas de fluorescência de alta sensibilidade.
- Injetores Automáticos: Pode ser equipado com injetores duplos de reagentes, permitindo observar a resposta celular instantânea no momento exato da adição de um composto.
2. Lionheart LX: Automação e Rendimento para Endpoint
O Lionheart LX oferece a mesma performance óptica e magnificação de até 100x (imersão em óleo) do seu irmão maior, mas é focado na eficiência de processos para amostras que não exigem incubação prolongada.
- Foco em Amostras Fixadas e Lâminas: É o "cavalo de batalha" para laboratórios que precisam processar centenas de lâminas ou placas de endpoint (células fixadas) com rapidez.
- Simplicidade e Fluxo: Sem a câmara de incubação complexa, o LX oferece um acesso mais direto à platina, sendo ideal para protocolos de análise celular automatizada de alta velocidade.
- Custo-Benefício: Para laboratórios que já possuem incubadoras externas e focam em documentação digital e contagem, o LX entrega a mesma qualidade de imagem com um investimento otimizado.
3. Tecnologias Compartilhadas: O DNA Lionheart
Independentemente do modelo, ambos os sistemas compartilham inovações que transformam o trabalho do microscopista:
- High-Contrast Brightfield (HBC): Permite a identificação e contagem celular sem o uso de corantes tóxicos. Descubra por que o HBC superou o DIC na microscopia moderna.
- Software Gen5: O cérebro por trás da imagem. Desde a captura até a estatística final, o software automatiza tudo, incluindo o dimensionamento de recipientes e otimização de captura.
4. Quadro Comparativo: Lionheart FX vs. LX
Abaixo, detalhamos as capacidades técnicas para orientar a escolha do hardware ideal para o seu fluxo de trabalho:
| Recurso Técnico | Lionheart FX | Lionheart LX |
|---|---|---|
| Aplicação Principal | Células Vivas (Cinéticas Longas) | Células Fixadas e Lâminas (Endpoint) |
| Controle de Gases (CO2/O2) | Sim (Módulo Integrado) | Não |
| Controle de Umidade | Sim (Câmara Dedicada) | Não |
| Design Darkroom (Sistema Fechado) | Sim (Dispensa sala escura) | Sim (Dispensa sala escura) |
| Suporte a Injetores | Sim (Módulo Duplo) | Não |
| Magnificação Máxima | 100x (Imersão em Óleo) | 100x (Imersão em Óleo) |
| Técnicas Ópticas | Fluorescência, HBC, Fase, Colorido | Fluorescência, HBC, Fase, Colorido |
O ambiente da sua amostra é o que decide o sucesso da sua imagem. Qual Lionheart é o ideal para você?
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