O ensaio de raspagem, ou scratch assay, é uma das técnicas mais utilizadas para estudar a migração celular e a cicatrização de feridas. No entanto, a execução manual com ponteiras introduz uma variabilidade crítica que pode comprometer a validade estatística dos dados. O AutoScratch Agilent BioTek resolve esse desafio ao automatizar a criação de feridas reprodutíveis com precisão robótica.

1. O Fim da Variabilidade Manual

Diferente do método manual, o AutoScratch utiliza manifolds de pinos substituíveis para criar feridas uniformes em microplacas de 24 ou 96 poços. Essa padronização é essencial para garantir que as diferenças observadas na cicatrização sejam decorrentes do tratamento aplicado, e não de irregularidades no preparo da amostra.

2. Fluxo de Trabalho Integrado e "Mãos Livres"

O AutoScratch foi projetado para ser o parceiro ideal de sistemas de imagem avançados. Ele automatiza com eficiência o preparo para fluxos de trabalho com:

3. Tecnologia de Limpeza e Segurança

Para evitar contaminações e acúmulo de detritos, o sistema apresenta uma rotina de limpeza pré-programada integrada. A estação de limpeza de 4 canais garante que os pinos de criação de ferida permaneçam descontaminados entre as placas, assegurando a integridade dos ensaios de longa duração.

4. Inteligência de Dados com Gen5

Utilizado em conjunto com o software Gen5, o sistema fornece estatísticas cruciais automaticamente:

  • Largura da ferida e porcentagem de confluência.
  • Taxa máxima de cicatrização da ferida.
  • Imagens nítidas onde a ferida inteira é visível em um único campo de visão.

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Garanta excelentes CVs e reprodutibilidade total em seus ensaios de migração celular com o AutoScratch.

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