A determinação do teor proteico é um dos requisitos fundamentais para a rotulagem nutricional e para o controle de qualidade rígido em insumos agroindustriais. Para atingir esse objetivo, o Método Kjeldahl permanece como a técnica de referência global, fundamentando-se na oxidação da matéria orgânica para a quantificação do nitrogênio total presente na amostra. A Biosystems, pioneira em soluções laboratoriais desde 1990, destaca que a transição para métodos automatizados é o caminho para a conformidade analítica.
As Três Fases Críticas do Método Kjeldahl
O processo é dividido em etapas químicas distintas que exigem controle rigoroso de temperatura e tempo para evitar a perda de analitos voláteis. A precisão nesta sequência é o que define a confiabilidade do laudo final.
- Digestão: Nesta fase, a amostra é decomposta em ácido sulfúrico concentrado sob aquecimento, convertendo o nitrogênio em sulfato de amônio. O uso de blocos digestores microprocessados é vital para a uniformidade térmica.
- Destilação: O digerido é alcalinizado para liberar a amônia, que é então coletada em uma solução receptora. A eficiência nesta etapa depende da taxa de recuperação do sistema, que deve ser superior a 99% em sistemas de alta performance.
- Titulação: A quantificação final do nitrogênio. Para laboratórios que buscam alta reprodutibilidade, a utilização de uma titulação volumétrica automática elimina a subjetividade do indicador visual.
Conexão Bromatológica e Autoridade Contextual
A análise de proteínas raramente caminha isolada. Em centros de pesquisa, ela compõe o perfil nutricional junto à determinação de lipídeos. Um exemplo de workflow eficiente é a utilização conjunta da destilação de nitrogênio com o método Soxhlet para extração de gorduras, garantindo que a amostra seja caracterizada integralmente. Além disso, o nitrogênio medido nesta etapa é o resultado direto da saúde mineral do plantio, o que reforça a necessidade de uma análise precisa de NPK no solo.
Segurança Operacional e Repetibilidade
Sistemas integrados de destilação protegem o analista contra o contato direto com reagentes corrosivos e vapores ácidos. Equipamentos com sistemas de desligamento automático, sensores de nível de água e memória para armazenamento de protocolos de operação elevam o nível de conformidade com as Boas Práticas de Laboratório (BPL). A automação não apenas acelera o processo, mas garante que cada amostra receba o mesmo tratamento técnico rigoroso.
Soluções Especializadas em Kjeldahl
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