A medição de pH e Potencial Redox (ORP) é a rotina mais onipresente em laboratórios de todo o mundo. Seja no tratamento de efluentes, na indústria farmacêutica ou no controle de alimentos, esses parâmetros definem a estabilidade e a qualidade final do produto.
1. pH: Muito além da Acidez
O pH mede a concentração de íons hidrogênio (H¹⁺) em uma solução. Pequenas variações na escala (de 0 a 14) podem interromper reações químicas, inviabilizar o crescimento microbiano desejado ou causar precipitações indesejadas em processos industriais.
2. ORP: O Termômetro da Oxidação
O Potencial de Oxirredução (ORP) mede a tendência de uma solução ganhar ou perder elétrons. É o parâmetro "padrão ouro" para:
- Desinfecção: Monitorar a eficácia do cloro em sistemas de água.
- Tratamento de Efluentes: Controlar a redução de cromo ou oxidação de cianeto.
- Processos Biológicos: Avaliar a saúde de meios de cultura e sistemas de fermentação.
3. 5 Erros que comprometem sua precisão
Mesmo com os melhores equipamentos, práticas inadequadas podem gerar dados falsos. A Biosystems destaca os pontos de atenção:
- Desidratação do Eletrodo: Eletrodos de pH nunca devem ser armazenados secos; isso causa leituras lentas e instáveis.
- Ignorar a Temperatura: O pH varia com o calor. Sempre utilize equipamentos com Compensação Automática de Temperatura (ATC).
- Calibração com Soluções Vencidas: Buffers contaminados ou fora da validade são a causa número 1 de erro.
- Contaminação Cruzada: A falta de enxague com água deionizada entre amostras altera quimicamente o próximo teste.
- Limpeza Inadequada: Resíduos de proteínas ou óleos no bulbo de vidro exigem soluções de limpeza específicas para restaurar a sensibilidade.
Equipamentos de Alta Performance
A Biosystems oferece uma linha completa, desde modelos portáteis para campo até medidores multiparâmetros de bancada com alta resolução.
