No ecossistema de um laboratório de alta performance, a bomba de vácuo não é apenas um periférico, mas o coração que pulsa a energia necessária para processos críticos de filtração, concentração e secagem. A escolha de um sistema inadequado não resulta apenas em baixa eficiência, mas pode causar a perda de amostras valiosas e o desgaste prematuro de equipamentos caros. A Biosystems, consolidada no mercado de soluções científicas desde 1990, apresenta este guia exaustivo para desmistificar as tecnologias de pressão negativa e auxiliar na seleção do hardware ideal para a sua rotina.

1. Os Pilares da Seleção: Vazão vs. Vácuo Final

A escolha correta depende do equilíbrio entre dois parâmetros fundamentais:

2. Tecnologia de Diafragma: Isenta de Óleo e Resistente

As bombas de diafragma são o padrão ouro para laboratórios de química. São 100% isentas de óleo, eliminando o risco de contaminação das amostras. Para solventes agressivos, a utilização de câmaras em PTFE é obrigatória. O modelo New Pump GM050 é a solução de maior custo-benefício para a filtração de fase móvel HPLC.

Quando a aplicação exige o máximo em química fina, migramos para o vácuo profundo de 5 mbar, permitindo a destilação de substâncias termolábeis com segurança absoluta.

3. Tecnologia de Pistão Biomec: Alta Performance Nacional

Para fluxos de trabalho que exigem alta vazão constante, como na Extração em Fase Sólida (SPE), a linha Biomec é imbatível. A robustez mecânica permite operações prolongadas em manifolds de múltiplas posições sem perda de carga.

4. Automação e Biossegurança

O controle digital é a fronteira da reprodutibilidade. Implementar o controle digital de vácuo garante que processos de destilação sejam automatizados e precisos. Da mesma forma, para a manipulação de líquidos infecciosos, a adoção de um guia de biossegurança na aspiração protege o operador contra aerossóis.

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